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Bivar é oficializado suplente de Humberto e cantou ode para Lula em Convenção do PT

Bivar é oficializado suplente de Humberto e cantou ode para Lula em Convenção do PT

Durante a convenção partidária do PT de Pernambuco nesta segunda-feira (20), primeiro dia permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para oficialização das candidaturas, os petistas oficializaram o deputado federal Luciano Bivar (MDB) como primeiro suplente do senador Humberto Costa (PT) na chapa de reeleição do petista. 

Durante a solenidade no Recife, o parlamentar buscou demonstrar alinhamento com a militância petista. Repórteres do Jamildo.com registraram o momento em que Bivar cantou o jingle “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula” junto aos participantes da convenção.

Integrantes do PT relataram ao site que a escolha atende ao costume do partido de buscar nomes ao centro para as vagas de suplência, como estratégia para ampliar a coligação e atrair eleitores de outros segmentos.

Já se especulava a suplência de Bivar na chapa do PT desde o início do ano, quando o político migrou para o MDB, partido que fará parte da coligação encabeçada pelo ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

O estranhamento para alguns seria o histórico mais recente de Bivar, que presidia o PSL, partido responsável por dar espaço para que o ex-presidente Jair Bolsonaro, agora no PL, concorresse para o cargo de líder do Executivo Nacional. Presidente do PSL, Luciano também foi um dos responsáveis por articular a fusão entre o seu partido e o DEM, formando o União Brasil. 

Bivar presidia o UB até ser afastado do diretório após uma disputa política com Antônio Rueda, que agora preside a legenda. Após perder espaço na sigla, decidiu migrar ao MDB. 

Aliados de Humberto Costa afirmam que o deputado mantinha uma relação funcional com o PT de Pernambuco mesmo no período em que comandava o PSL.

O rompimento entre Bivar e Bolsonaro ocorreu em 2019, motivado por disputas pelo controle do fundo partidário e pela indicação da candidatura à Prefeitura do Recife, ocasião em que o ex-presidente defendia o nome de Gilson Machado Neto e a direção do PSL lançou o advogado Carlos de Andrade Lima.

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